Pillow Book

Clássico da literatura japonesa, escrito por Sei Shonagon,  da corte imperial japonesa, publicado em 1002. O livro de Sei Shonagon não é apenas uma coleção de ensaios e poesias, mas também um fascinante relato da vida na corte imperial japonesa.

O Pillow Book é considerado um clássico da literatura mundial.

Está publicado em inglês pela Penguin Classics, entre outras editoras.

A escrita comum

A questão que se coloca num projeto desta natureza reside no facto de os convidados praticarem diferentes “escritas”, com “vocabulários” próprios e, normalmente, sem ligações entre si. Assim, a “escrita” de um artista plástico não é a mesma de um músico ou de um empresário, nem a “escrita” de um arquiteto é a mesma de um diretor de cinema ou de um cantor. Porém, para que o projeto tenha coerência na “escrita”, é preciso encontrar uma “escrita comum” que possa ser facilmente utilizada por cada convidado.


Polaroid é a resposta para a "escrita comum"

A síntese desta “escrita comum” é magistralmente definida por Walker Evans:

“... It makes things awfully easy, that things pop up.

It reduces everything to your brain and taste...


Pillow Books & Polaroids

O projeto final resulta da conjugação destes dois elementos, o livro de Dei Shonagon e a Polaroid. Cada convidado é desafiado a deixar-nos ver quais são os seus Pillow Books e através deles ficarmos a conhecer um pouco mais sobre cada um deles.


Exposição atual


A partir de 1 Abril



Duas vezes por ano




I am a lens-based artist and trauma psychologist/psychoanalyst. Both of my practices are motivated by my disquiet over social and environmental injustices and my desire to affect change. I engage my sitters (volunteers and not my patients), in a deep process of finding their way to summon their acts of witnessing, even as they make witnesses of the spectators of these photos. In this series of physically altered portraits, the "practices" of the consulting room merged with the "art" of photography, co-creating images that compel and insist that the imagined viewers/spectators connect with the gazes of my sitters.
These are dark and broken times. In the future, mending will occur, but we will be marked and scarred by the injuries to our democracy, planet, and mental health.
Wehave and will continue to confront the inhumanity and injusticetowards those who have been deemed invisible and unentitled to their subjectivity through race, sexuality, gender identity, age, ethnicity, and/or disability. We acknowledge and pay attention to our violent past in the future, so we don't repeat it. These injuries are our losses to be witnessed, mourned, and transformed into change.

I tear archival pigment photographs to create wounds of our individual and collective suffering and subsequently heal them. I back the rips with golden rice paper and patch them up with haphazard stitches of golden thread. Inspired by the Japanese practice of kintsugi, an ancient craft that repairs broken pottery with gold lacquer, the areas of damage are illuminated and not covered over.
Metaphorically, kintsugi honors the acceptance of injury as part of the object's life and gives material form to the history of experience.
Through pose, gesture, gaze, and occasional props, my portrait sitters find their narratives, restore some agency, and invite others to experience them in their full humanity. While the American flag has become a complicated symbol, some sitters reclaimed and reimagined it to express their defiance and respectful hope for the return of democracy. As a series, the shared black velvet background and chiaroscuro lighting join each individual to the collective.

Donna Bassin